Pela primeira vez em mais de 30 anos, drogas estimulantes — cocaína e metanfetamina — matam mais americanos anualmente do que opioides. Essa estatística, enterrada em uma análise do NPR de 14 de abril de 2026 sobre dados preliminares de mortalidade do CDC, é uma medida de quão drasticamente o número de mortes por opioides caiu: não porque as mortes por estimulantes aumentaram, mas porque as mortes por fentanil despencaram rápido o suficiente para reestruturar todo o quadro de overdoses.
Dados preliminares dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) projetam 71.542 mortes por overdose de drogas nos 12 meses encerrados em outubro de 2025 — uma queda de 17,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Se confirmada nos dados finais, essa queda representaria a maior redução anual em mortes por overdose desde que o CDC passou a monitorá-las sistematicamente. O recorde anterior era uma queda de 7% em 2018 — ela própria breve, revertida em 18 meses com a proliferação de análogos do fentanil que desfez os avanços.
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