DUBAI — A Marinha dos Estados Unidos apreendeu o navio cargueiro de bandeira iraniana TOUSKA no Golfo de Omã em 19 de abril de 2026, abrindo fogo na sala de máquinas da embarcação após ela se recusar a parar quando ordenada sob os termos do bloqueio naval de Washington. Teerã respondeu fechando o Estreito de Ormuz pela segunda vez desde o início do conflito — cortando um corredor que transporta cerca de 20% do fornecimento diário mundial de petróleo e gás.
O presidente Donald Trump confirmou a operação no Truth Social no mesmo dia, escrevendo que o bloqueio estava custando ao Irã "500 milhões de dólares por dia" enquanto "a América não perde nada". O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, chamou a apreensão de "um flagrante ato de pirataria" e disse que Teerã se reservava o direito de "responder proporcionalmente". O TOUSKA — um navio cargueiro registrado no Panamá e rastreado pelo serviço de monitoramento marítimo MarineTraffic a um operador ligado ao Irã — tornou-se o primeiro navio apreendido desde que o bloqueio foi imposto no início de março de 2026.
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