O Departamento de Justiça anunciou em 24 de abril de 2026 que execuções federais poderão agora ser realizadas por pelotão de fuzilamento, eletrocussão ou asfixia por gás nitrogênio — uma expansão histórica dos métodos permitidos que coloca três detentos do corredor da morte federal em alerta, após décadas de dependência quase exclusiva da injeção letal.
O anúncio, assinado pela Procuradora-Geral Pam Bondi, citou a persistente dificuldade em obter as drogas barbitúricas usadas nos protocolos de injeção letal. Segundo as diretrizes atualizadas, os executores federais poderão escolher qualquer método permitido no estado onde a execução ocorrerá, ou recorrer a alternativas federais caso o estado não ofereça nenhuma. O Centro de Informações sobre Pena de Morte, organização de pesquisa sediada em Washington, confirmou que esta é a primeira vez na história dos EUA que o governo federal autoriza formalmente pelotões de fuzilamento em seus próprios protocolos. "Isso normaliza uma punição irreversível que o restante do mundo democrático abandonou", disse Robert Dunham, diretor executivo do centro, à NPR em 24 de abril de 2026.
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