O presidente Donald Trump anunciou na manhã de segunda-feira que os Estados Unidos adiariam por cinco dias os ataques ameaçados contra usinas de energia e infraestrutura energética iranianas, afirmando que representantes americanos e iranianos haviam mantido "CONVERSAS MUITO BOAS E PRODUTIVAS" em direção a uma "resolução completa e total" das hostilidades no Oriente Médio. O anúncio veio horas antes de um prazo autoimposto que havia abalado os mercados de petróleo e alarmado aliados europeus por dias.
A reviravolta foi dramática. Apenas no fim de semana, Trump havia ameaçado "destruir completamente" a rede elétrica do Irã a menos que Teerã reabrisse o Estreito de Ormuz em 48 horas — um prazo que expiraria na noite de segunda-feira, horário de Washington. Na manhã de segunda-feira, o tom havia mudado completamente. Trump publicou no Truth Social que seu genro Jared Kushner e o enviado especial Steve Witkoff se reuniram no domingo à noite com o que ele descreveu como "uma pessoa de alto escalão" no Irã, e que agora havia "pontos importantes de acordo", incluindo que Teerã "jamais" seria autorizada a desenvolver uma arma nuclear.
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