Em fevereiro, Chappell Roan já tinha tido um 2026 e tanto. O vestido do Grammy — uma criação sob medida da Mugler quase inexistente que reviveu um dos designs de alta-costura mais icônicos da casa, de 1998 — dominou as redes sociais por cerca de 48 horas seguidas. A Semana de Moda de Paris veio na sequência, com ela na primeira fila na Vivienne Westwood e depois na Acne Studios, parecendo ter sempre pertencido àquele universo. As coisas estavam indo bem.
Então veio o Brasil.
A versão resumida: Roan estava em São Paulo para o Lollapalooza Brasil, hospedada em seu hotel. Ela estava tomando café da manhã. Uma criança a avistou e se aproximou. O que aconteceu depois depende inteiramente de quem você pergunta.
“A versão resumida: Roan estava em São Paulo para o Lollapalooza Brasil, hospedada em seu hotel.”
O jogador de futebol profissional brasileiro Jorginho Frello postou sua versão primeiro — afirmando que a equipe de Roan tinha confrontado agressivamente sua filha pequena pela segurança, depois que a menina avistou a cantora do outro lado do salão. A história se espalhou rápido, como acontece quando há um nome famoso envolvido e uma criança simpática do outro lado do incidente. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, declarou Roan indesejada para se apresentar em sua cidade. É uma declaração notável para um oficial de uma cidade fazer sobre um show de pop, e ela diz muito sobre o clima do assunto no Brasil naquele momento.
Pontos Principais
- →Chappell Roan: A Brazilian soccer player accused Roan's security team of aggressively confronting his young daughter at a hotel in Sao Paulo during Lollapalooza Brazil, leading the Rio de Janeiro mayor to declare Roan unwelcome in his city.
- →Music: A Brazilian soccer player accused Roan's security team of aggressively confronting his young daughter at a hotel in Sao Paulo during Lollapalooza Brazil, leading the Rio de Janeiro mayor to declare Roan unwelcome in his city.
- →Pop Culture: A Brazilian soccer player accused Roan's security team of aggressively confronting his young daughter at a hotel in Sao Paulo during Lollapalooza Brazil, leading the Rio de Janeiro mayor to declare Roan unwelcome in his city.
- →Lollapalooza Brazil: A Brazilian soccer player accused Roan's security team of aggressively confronting his young daughter at a hotel in Sao Paulo during Lollapalooza Brazil, leading the Rio de Janeiro mayor to declare Roan unwelcome in his city.
Roan reagiu. Ela foi aos Stories do Instagram — seu canal padrão para esse tipo de situação — e negou que o segurança que se aproximou da criança fosse qualquer membro de sua equipe pessoal. Ela pediu desculpas de qualquer forma, enquadrando tudo como um mal-entendido, e não como um ato deliberado de arrogância de celebridade. Ela também, de forma notável, sentiu a necessidade de esclarecer: "Eu não odeio crianças."
Esse detalhe específico lhe rendeu uma manchete na Variety, que não é o tipo de cobertura que nenhum assessor de imprensa celebra.
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A verdade provavelmente está em algum lugar no meio turvo, que é geralmente onde a verdade vive nessas situações. Roan está navegando pela fama extrema há menos de dois anos — ela passou de figura cult do indie a uma das artistas pop mais comentadas do planeta mais rápido do que quase qualquer outra pessoa na memória recente, e tem sido abertamente ambivalente em relação a certas partes dessa transição. A questão dos limites com os fãs tem sido uma conversa recorrente. Este incidente, seja lá o que realmente aconteceu naquele café da manhã do hotel em São Paulo, caiu exatamente nesse contexto.
Ela se apresentou no Lollapalooza Brasil mesmo assim. O público foi enorme.
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